quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 12 de abril de 2011
um ciclo
domingo, 10 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sol
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Sanar - Jorge Drexler
Las lágrimas van al cielo y vuelven a tus ojos desde el mar
el tiempo se va, se va y no vuelve y tu corazón va a sanar
va a sanar va a sanar
La tierra parece estar quieta y el sol parece girar,
y aunque parezca mentira
tu corazón va a sanar va a sanar
va a sanar
y va a volver a quebrarse mientras le toque pulsar
y nadie sabe por qué un día el amor nace
ni sabe nadie por qué muere el amor un día
es que nadie nace sabiendo, nace sabiendo
que morir, también es ley de vida.
Así como cuando enfríe
van a volver a pasar los pájaros, en bandadas,
tu corazón va a sanar
va a sanar va a sanar
Y volverás a esperanzarte y luego a desesperar
y cuando menos lo esperes
tu corazón va a sanar va a sanar
va a sanar
y va a volver a quebrarse mientras le toque pulsar
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
aqui tens meu regresso
Prometi que voltaria a escrever por aqui. Depois de um bom tempo abandonado, foi legal reler alguns textos e ver a mudança de certos sentimentos - e como alguns continuam iguais. Pois então, por onde começar a escrever? Minha linha de raciocínio era basicamente através de sonhos, (des)ilusões, frustrações, etc. Depois de tantos sonhos inconcretos e tantas desilusões, tendo tentado, realmente, mudar meu método de ver a vida. Não que eu tenha sofrido demais (longe de mim querer parecer uma martirizada) ou que eu não sabia que ainda tem muita merda para vir. Somente que eu resolvi encarar as coisas de um jeito diferente. Ainda vejo muita merda sendo posta embaixo do tapete e ainda me asssusto quando vejo uma que outra sendo jogada no ventilador e espirrando até naqueles que nem sabiam da existência, do princípio.
Então, sim, eu vou tentar voltar para essa página aqui.
É triste ver que, por causa desse maldito individualismo, criamos redes artificiais para suprimir certos necessários toques físicos humanos. Que é um blog além disso? Blog, facebook, twitter, lastfm, orkut, msn, tumbrl - tenho todos. Infelizmente, assim como várias (das poucas) pessoas que lêem isso, eu cai na maior das armadilhas da internet - confundir o que é verdadeiro, o que é carne, brutalidade e físico pelo que é virtual, fantasmagórico, moderado e cheio de burocracia. Criam-se códigos de boas maneiras para internet e se esquece o verdadeiro valor de um abraço. Desafio vocês e sair da frente dessa merda dessa tela e ir abraçar alguém que esteja ali na sala. Virei vitima: hoje quando eu questiono um amigo não é somente baseado nos seus gestos ou falas, mas também pondero o que ele quis dizer através daquele tuiter, o que realmente significou aquele status do facebook. Maldita vida.
Pois é, eu vou voltar a dar valor para o que realmente deve se dar valor. Para o grau de integridade da pessoa. Ver se ela realmente me olha no olho quando fala seus sentimentos. Vou segurar a mão dela esperando que algo sincero surja no silencio. Quem sabe é para isso que eu vou voltar ao meu blog: quem sabe, eu convenço mais alguém que a internet é um método auxiliar de manter uma amizade, e não um formador de alianças verdadeiras.
É, eu quero voltar para cá.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
você, de novo.
Ando tão cansada do nada, tão duvidosa de tudo. Um visão negativa perante o mundo, mesmo sem ter nenhuma razão para tal desanimo. Uma vida tão bonita, tão jovem, tão extasiaste! Concordo, sim, concordo... E dai? Falta alguma coisa. Falta... ah, falta! O quê? Não sei. Quem sabe você, quem sabe teu abraço, quem sabe tua certeza. Quem me dera alguém que me desse certeza de qualquer coisa... Como eu queria algo que me prometesse verdade certa. Com cumprimento de promessas, ai!, ai seria eu feliz, totalmente?
Eu sentia que sentia no sonho. Sentia dor, sentia saudade, sentia felicidade, sentia amor, sentia compaixão. Por que quando acordo não sinto nada além de irritação? Irritação por não compreender esse vazio, não compreender essa solidão, não compreender o porque eu não sinto mais o que eu gostava tanto de sentir.
Antes eu conseguia escrever, extrapolar. Hoje já tenho uma dificuldade absurda de criar histórias e, quando consigo, me entedio antes mesmo de chegar ao clímax do enredo.
Quero voltar a sentir. Se não posso te ter aqui, comigo, bonito, quero parar de sonhar contigo. Sai para lá, saia dos meus sonhos e vê se me deixa livre para tentar mais uma vez.
terça-feira, 1 de junho de 2010
the floyd with all colors

"us, and them and after all we're only ordinary men. me, and you.
god only knows it's not what we would choose to do.
forward he cried from the rear and the front rank died.
and the general sat and the lines on the map moved from side to side.
black and blue
and who knows which is which and who is who.
up and down.
and in the end it's only round and round... and round
haven't you heard it's a battle of words the poster bearer cried.
listen son, said the man with the gun, there's room for you inside."
sexta-feira, 30 de abril de 2010
drummond, seu lindo.
Principalmente nasci em Itabira.
Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
Noventa por cento de ferro nas calçadas.
Oitenta por cento de ferro nas almas.
E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.
A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,
vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.
E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,
é doce herança itabirana.
De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,
este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;
este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;
este orgulho, esta cabeça baixa...
Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
Hoje sou funcionário público.
Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói!